Objetivo do índice é sinalizar o que anda bem e o que vai mal em aspectos como padrão de vida, educação, longevidade e segurança
Por conta do aumento nas taxas de homicídios e mortes no trânsito, Santa Catarina sofreu uma leve queda – de 0,675 para 0,672 – no Índice de Desenvolvimento Estadual-RS (iRS).
Criado há três anos em parceria pelo jornal Zero Hora e PUC-RS, com apoio da Celulose Riograndense, o indicador avalia o desempenho de todos os Estados e do Distrito Federal em três dimensões: Padrão de Vida, Educação e, reunidos, Longevidade e Segurança.
A taxa de homicídios, que é levada em conta no quesito Longevidade e Segurança, foi de 11,7 em 2013 para 12,8 em 2014. Outro fator ponderado nesse mesmo aspecto é o número de mortes no trânsito. Em Santa Catarina, essa taxa foi de 25,9 para 28, um número alto quando comparado a outros Estados.
No Rio Grande do Sul, por exemplo, está em 18,8. A média brasileira é de 22,1.
— De forma geral, os números têm pouca diferença em relação a 2013. Chama a atenção a segurança, que também no Rio Grande do Sul provocou queda no índice — disse o coordenador da pesquisa e professor da PUC-RS Ely Mattos.
Apesar da diminuição no iRS, Santa Catarina ainda é o terceiro Estado mais desenvolvido do país. Perde apenas para São Paulo — desde 2009 em 1º lugar — e Distrito Federal. Os catarinenses, contudo, chegaram a ocupar o segundo lugar em 2012.
Avanço em educação e qualidade de vida
No último levantamento, o Estado apresentou leve melhora nas dimensões Educação e Qualidade de Vida. Nos rankings isolados de cada categoria, Santa Catarina é vice em duas delas: Educação e Longevidade e Segurança. Em Qualidade de Vida, fica em terceiro.
No final da lista, ou seja, como Estados menos desenvolvidos, aparecem Alagoas, Ceará e Sergipe. Roraima chama a atenção por ter sido a unidade que teve a maior ascensão ao passar de 22o para 16o de um ano para outro. No Brasil, o iRS teve um pequeno aumento de 2013 para 2014: de 0,605 para 0,607.
No ranking dos 10 primeiros, a novidade é a entrada do Espírito Santo na décima colocação, em substituição a Rondônia. O iRS capixaba passou de 0,544 em 2013 para 0,557 em 2014. Houve avanço nas dimensões de Educação e Longevidade e Segurança, que contribuíram para a evolução do Estado na lista.
O iRS tem o mesmo referencial teórico do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), lançado em 1990 como contraponto a levantamentos que levavam em conta apenas a dimensão econômica do desenvolvimento. O objetivo do índice é sinalizar o que anda bem e o que vai mal. Isso ajuda, por exemplo, a priorizar determinadas áreas para o desenvolvimento de políticas públicas.
Criado há três anos em parceria pelo jornal Zero Hora e PUC-RS, com apoio da Celulose Riograndense, o indicador avalia o desempenho de todos os Estados e do Distrito Federal em três dimensões: Padrão de Vida, Educação e, reunidos, Longevidade e Segurança.
A taxa de homicídios, que é levada em conta no quesito Longevidade e Segurança, foi de 11,7 em 2013 para 12,8 em 2014. Outro fator ponderado nesse mesmo aspecto é o número de mortes no trânsito. Em Santa Catarina, essa taxa foi de 25,9 para 28, um número alto quando comparado a outros Estados.
No Rio Grande do Sul, por exemplo, está em 18,8. A média brasileira é de 22,1.
— De forma geral, os números têm pouca diferença em relação a 2013. Chama a atenção a segurança, que também no Rio Grande do Sul provocou queda no índice — disse o coordenador da pesquisa e professor da PUC-RS Ely Mattos.
Apesar da diminuição no iRS, Santa Catarina ainda é o terceiro Estado mais desenvolvido do país. Perde apenas para São Paulo — desde 2009 em 1º lugar — e Distrito Federal. Os catarinenses, contudo, chegaram a ocupar o segundo lugar em 2012.
Avanço em educação e qualidade de vida
No último levantamento, o Estado apresentou leve melhora nas dimensões Educação e Qualidade de Vida. Nos rankings isolados de cada categoria, Santa Catarina é vice em duas delas: Educação e Longevidade e Segurança. Em Qualidade de Vida, fica em terceiro.
No final da lista, ou seja, como Estados menos desenvolvidos, aparecem Alagoas, Ceará e Sergipe. Roraima chama a atenção por ter sido a unidade que teve a maior ascensão ao passar de 22o para 16o de um ano para outro. No Brasil, o iRS teve um pequeno aumento de 2013 para 2014: de 0,605 para 0,607.
No ranking dos 10 primeiros, a novidade é a entrada do Espírito Santo na décima colocação, em substituição a Rondônia. O iRS capixaba passou de 0,544 em 2013 para 0,557 em 2014. Houve avanço nas dimensões de Educação e Longevidade e Segurança, que contribuíram para a evolução do Estado na lista.
O iRS tem o mesmo referencial teórico do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), lançado em 1990 como contraponto a levantamentos que levavam em conta apenas a dimensão econômica do desenvolvimento. O objetivo do índice é sinalizar o que anda bem e o que vai mal. Isso ajuda, por exemplo, a priorizar determinadas áreas para o desenvolvimento de políticas públicas.
Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2016/07/homicidios-e-mortes-no-transito-travam-avanco-de-sc-em-ranking-de-desenvolvimento-6855018.html
Nenhum comentário:
Postar um comentário